Todos os anos, entre 50 mil a 100 mil galgos são considerados inaptos para a caça ou para corridas. Muitos acabam abandonados, são afogados, espancados, mortos. “É o cão mais maltratado”, garantem os produtores do documentário Yo Galgo. Em Espanha, grupos de pessoas “incansáveis” trabalham para tentar pôr fim a este “genocídio invisível” dos cães mais rápidos do mundo, resgatando animais e denunciando maus tratos e abusos. Foi isso que aconteceu a Bacalao, uma galga “tímida, inteligente e amorosa” que virou estrela do filme e de uma conta do Instagram, onde é seguida por quase 30 mil pessoas. O objectivo é consciencializar o público sobre este tipo de raça e os abusos de que é alvo. A Bacalao juntou-se Tzatziki, irmã adoptiva, e no Instagram são partilhadas histórias e fotografias de outros galgos resgatados.

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