Começaram por ser só cães, mas depois todos os animais tinham algo a dizer. O bisonte que se assume bissexual perante o pai (um trocadilho com bison, a palavra inglesa para bisonte), o cão feminista que sabe como responder à pergunta “Quem é lindo, quem é?”, o camaleão que não sabe de que cor realmente é e o pato que nunca desenvolveu homofobia. Henry James Garrett põe-lhes os miados na boca depois de ter desistido de um doutoramento em Filosofia, nas áreas da meta-ética e empatia, devido a ansiedade severa. Agora, sob o pseudónimo Drawings of Dogs, desenha animais antropomorfizados a dizerem coisas que não imaginávamos a saírem-lhes da boca — mas ainda bem que eles as dizem. Ou as ladram.

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